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Roubos crescem 77% na Barra da Tijuca.

Projeto prevê maravilha de cenário para a Barra da Tijuca

12/03/2014 – Fonte: O Globo

RIO – Uma sensação de insegurança tem tomado conta dos moradores da Barra e do Recreio. Nas últimas semanas, O GLOBO-Barra recebeu uma série de mensagens de leitores preocupados com o recrudescimento da violência na área. As queixas encontram amparo no último relatório trimestral divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). O documento mostra que, de agosto a outubro de 2013, o número de roubos aumentou 77,1%, com 377 novos casos em relação ao mesmo período do ano anterior. O de furtos saltou 75,9%, com mais 1.411 crimes. Considerando-se cada modalidade de roubo isoladamente, houve reduções apenas em crimes menos praticados, como roubo a residências e roubo de cargas, que caíram 60%.


Jardim Oceânico: segure a sua bolsa

12/03/2014 – Fonte: O Globo

Reduto da boemia barrense, a Avenida Olegário Maciel não apresenta mais o clima tranquilo de outrora. Segundo quem passa por ali, garotos seguem pessoas que fizeram compras nas lojas da via até ruas menos movimentadas para roubá-las. À noite, o movimento nos bares e restaurantes atrai bandidos que cometem pequenos furtos.

Um comerciante que não quis ser identificado diz que ouviu falar de roubos a turistas na Olegário perto da virada do ano. E que há muitos seguranças particulares na região porque o efetivo policial é insuficiente para garantir paz aos residentes.

A alguns metros da Olegário, a região da Praça do Pomar vem sendo apontada como cenário de ações criminosas recorrentemente. Beatriz Leal, que vive próximo à praça, diz que ela está abandonada, com portões quebrados e ausência de policiamento fixo.

Paula Werneck é uma das moradoras do Jardim Oceânico assaltadas recentemente. Em fevereiro, dois rapazes numa moto roubaram sua bolsa, na Rua Manuel Brasiliense:

– O Jardim Oceânico piorou muito de um tempo para cá. O que a gente ouve é que a tomada do Morro do Banco (no Itanhangá) por traficantes resultou nestes problemas.

O delegado da 16ªDP, Marco Cipriano, reconhece que os números são “alarmantes” e afirma estar trabalhando com o 31º BPM e a 42ªDP para debelar o crime na região.


Prefeitura decreta feriados para os jogos da Copa do Mundo na cidade

13/03/2014 – Fonte: Veja Rio

Prefeitura decreta feriados para os jogos da Copa do Mundo na cidade

 A Prefeitura do Rio decretou feriados em três dos sete dias em que a cidade receberá jogos da Copa do Mundo. De acordo com a medida assinada pelo prefeito Eduardo Paes e publicada nesta quarta (12), no Diário Oficial do Município, nas quartas-feiras, dias 18 e 25 de junho, quando ocorrem respectivamente as partidas entre Espanha e Chile (16h) e Equador e França (17h), o feriado será a partir de meio-dia.

Já na disputa de sexta-feira, dia 4 de julho, às 13h (Quartas de Final), o feriado será integral. A medida visa a reduzir o fluxo de veículos, minimizar possíveis transtornos para a população e agilizar o deslocamento dos torcedores para o estádio.

Ficam excluídos da medida os órgãos cujos serviços não permitam a paralisação, tais como Unidades de Saúde públicas e privadas e os serviços de transporte público.

Comércios de rua, bares, restaurantes, centros comerciais, shoppings centers, galerias, estabelecimentos culturais, pontos turísticos, empresas na área de turismo, hotéis e empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens também deverão funcionar normalmente.

Também não será feriado no Gabinete do Prefeito e em 26 órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta, que terão expediente normal.

No decreto também fica estabelecido que o Parque da Quinta da Boa Vista e o Jardim Zoológico ficarão fechados ao público nos dias de todos os jogos do campeonato no Maracanã: 15, 18, 22, 25 e 28 de junho e 4 e 13 de julho.

(Veja Rio)



Lei estadual obriga condomínios a separarem recicláveis

É lei. Desde o dia 11 de junho, todos os prédios com mais de três pavimentos do estado estão obrigados a fazer a coleta seletiva, separando papel, plástico, vidro e metal em compartimentos diferentes. Iniciativa louvável em prol do meio ambiente que, no entanto, tem poucas chances de dar resultados concretos.

Sem definir multas ou punições para os condomínios que não cumprirem a legislação, nem determinar qualquer tipo de mudança na maneira como a coleta é feita em cada município, a nova lei corre o sério risco de não pegar.

Aqui no Rio, por exemplo, a Comlurb recolhe apenas 1,9% do lixo considerado reciclável e que chega a 1.991 toneladas por dia. Se cumprir sua meta, a empresa deve chegar a 5% até o fim deste ano. E a 25% apenas em 2016.

Autor da lei, o deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB) defende que ao legislativo estadual só cabe dar diretrizes gerais para que cada município se adeque:

— O que eu quero é despertar as prefeituras e a sociedade para um assunto que não é novo. A coleta seletiva já é discutida há pelo menos dez anos. Há, inclusive, muitos condomínios que já separam seu lixo e doam para instituições e cooperativas ou até vendem, revertendo esses recursos para os funcionários.

Tomar para si a responsabilidade de dar uma destinação final ao lixo pode ser realmente uma solução para os condomínios que cumprirem a lei aqui no Rio, já que o tipo de coleta seletiva feito pela Comlurb leva em conta apenas a diferença entre o chamado lixo molhado, ou orgânico — aquele formado por restos de comida, folhas, sementes —, e o lixo seco, composto justamente pelos materiais considerados recicláveis como papel, vidro, plástico, metal, pet. Ou seja, o condomínio pode até separar os tipos de recicláveis, mas o caminhão da Comlurb vai juntar todo esse material novamente.

Além disso, 13 dos 16 caminhões da coleta seletiva no Rio fazem uma baixa compactação do lixo em suas caçambas, o que, segundo a empresa, não estraga o lixo nem impede sua reutilização. Ainda assim, dificulta o trabalho.

Na cidade, além da coleta de porta em porta, há 23 pontos de entrega voluntária, com contêineres, ecopontos e postos itinerantes para que a população possa levar o lixo seco. No Rio, a coleta seletiva é feita apenas nas ruas e atende a 76 dos 159 bairros da cidade. E, em 32 deles, é apenas parcial, já que não chega a todas as ruas.

Apesar de ainda estar longe de atender a toda a cidade, a Comlurb afirma que está ampliando a coleta seletiva no Rio. O primeiro passo foi dado em junho. Até então, apenas 44 bairros eram atendidos parcialmente. Agora são 76 que totalizam 9.522 ruas. A extensão faz parte do “Programa de ampliação da coleta seletiva”, que foi lançado em dezembro de 2010 com o BNDES, e destinou R$ 50 milhões para ampliar a frota, contratar mais mão de obra e criar seis centrais de triagem e separação do lixo.

A coleta da Comlurb tem dias específicos e é feita uma vez por semana. Os dias e horários podem ser vistos no site www.rio.rj.gov.br/comlurb, que está sendo atualizado, ou apurados pelo telefone 1746.

Fonte: Jornal O Globo (28/07)


Polícia ocupa comunidade do Rio para instalar nova UPP

12/03/2014 – Fonte: Agência Brasil

Policiais militares ocuparam, no início da manhã de hoje (13) a comunidade da Vila Kennedy, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. A operação, que conta com a participação de 270 homens de seis batalhões, tem por objetivo preparar o terreno para instalar a 38ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do estado.

Segundo a Secretaria de Segurança, não houve confrontos e a comunidade foi ocupada em apenas 20 minutos. Neste momento, policiais militares estão dentro da comunidade, em busca de armas, drogas e suspeitos. Uma central móvel de identificação de pessoas da Polícia Civil foi montada no local.

A polícia pede a ajuda dos moradores, para que colaborem com os agentes e andem com documentos de identificação. Denúncias sobre armas, drogas e criminosos podem ser feitas para os telefones do Disque-Denúncia (2253-1177) e dos batalhões de Choque (2332-8486) e de Operações Especiais (2334-3983).

Denúncias sobre abusos policiais podem ser feitas à Ouvidoria da Polícia (3399-1199) e à Corregedoria da Polícia Militar (2332-2341).

(Agência Brasil)

Fonte: Agência Brasil


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